A Fundação Cultural Monsenhor Chaves e Prefeitura de Teresina lançam hoje no Palácio da Musica de Teresina o projeto "Corpo Inclusivo". Que tem como objetivo principal oferecer as pessoas com deficiência aulas de Dança de Salão, Teatro, Musica e Dança Contemporânea. De forma continuada com intuito de formar artistas nessas áreas.
O lançamento do Projeto acontece hoje as 16h e conta com apresentações artisticas e culturais que envolvem pessoas com deficeência como: Dança Eficiente, APAE, Coral de Surdos e o coquetel tem no fundo musical Catora Cega Marioda, figura bem popular que toca orgão na Praça Rio Branco no centro de Teresina.
A iniciativa terá a frente os profissionais Valdemar Santos e Luis Carlos Vale que coordenarão o projeto, eles foram convidados pela presidente da FCMC Laurenice França por já virem desenvolvendo desde 2005 o Projeto "Dança Eficiente" que trabalha especificamente com cadeirantes e com dança contemporânea especificamente. No projeto "Corpo Inclusivo" o desafio que os artistas terão é de trabalhar com mútiplas deficiências e com a mistura de linguagens artísticas. O certo que a Fundação tem investido muito nesse projeto e acreditamos ser o carro chefe dessa gestão. Pois até então não tinhamos nenhuma ação voltda para essa parte da população, é certo que hoje a pessoa com deficiência tem sido tratada com mais dignidade mais são ações assim que ajudam ainda mais a diminuir o preconceito e também inclui por meio da arte as pessoas com deficiência.
Se coloca como plataforma de exibição da dança piauiense, que vem ou longo dos anos trabalhando a formação de publico e apostando na formação técnica. Temos uma dança influenciada por diversas culturas, apresentando-se questionadora e inovadora. Vamos mostrar o que temos de melhor.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Espaço Ponto de Equilibrio
Oficinas de Agosto
Manhã
Balé Clássico – Segunda e Quarta às 8h – Janaira Oliveira
Projeto Dança - Segunda e Quarta às 9:30h – Janaira Oliveira
Rede Equilíbrio (Dança) - Sexta às 9h – Michele Tajra
Tarde
Pintura Artística em Camisa – Segunda e Quarta às 15h – Avelar Amorim
Teatro – Terça e Quinta às 16h – Franklin Pires
Balé Clássico – Segunda e Quarta às 17h – Carla ...
Noite
Dança Contemporânea – Segunda e Quarta às 18h – Ana Cecília (Bolívia)
Ateliê de Criação (Dança) – Terça e Quinta às 18h – Juliana França (São Paula)
Ateliê de Criação para Criança – Sexta às 18h – Juliana França (São Paula)
Manhã
Balé Clássico – Segunda e Quarta às 8h – Janaira Oliveira
Projeto Dança - Segunda e Quarta às 9:30h – Janaira Oliveira
Rede Equilíbrio (Dança) - Sexta às 9h – Michele Tajra
Tarde
Pintura Artística em Camisa – Segunda e Quarta às 15h – Avelar Amorim
Teatro – Terça e Quinta às 16h – Franklin Pires
Balé Clássico – Segunda e Quarta às 17h – Carla ...
Noite
Dança Contemporânea – Segunda e Quarta às 18h – Ana Cecília (Bolívia)
Ateliê de Criação (Dança) – Terça e Quinta às 18h – Juliana França (São Paula)
Ateliê de Criação para Criança – Sexta às 18h – Juliana França (São Paula)
domingo, 18 de julho de 2010
Sugestões a todos: Dormir e faxinar
Depois de um longo tempo "ligado na tomada" num pique acelerado de trabalho onde, cada minuto era contabilizado minuciosamente para não deixar nenhum compromisso de lado. Colaboratório 2010, Organização Ponto de Equilíbrio, Ponto de cultura de Amarante, Dança Eficiente, Aulas na UFPI, Montagem do espetáculo “Amarante nossa de cada dia”, Fórum Piauí Dança UFPI, Escola de Dança Nação Tremembé, ufa. Ontem tive um momento de descanso, depois de muito tempo dormindo e acordando com despertador do lado, pude ter mais de 14 horas de sono merecido. Como é importante se dar um momento desses para deixar o corpo embernar sem interrupção, eu precisava disso pra adormecer as idéias e fazer uma faxina no corpo e na mente. Hoje acordei disposta a dar uma faxina no apartamento e amadurecer meus projetos, principalmente o do colaboratório.

Segunda semana com Julia. Ela nos deu espaço para desenvolvermos nossos projetos pessoais, divididos em grupos pudemos ter um espaço adequado para amadurecer nossas idéias e propor exercícios aos colaboradores para que nossos projetos pudessem dar outros passos. Foi muito rico, fiquei no grupo com Juliana, Cleide e Daniele, propus que todos criassem uma biografia que misturasse realidade e ficção para que a partir dessa biografia pudéssemos elaborar um carão para aquele personagem que é um misto de verdade e invenção. No passo seguinte tivemos um momento para exercitar e criar o carão ideal para os personagens da biografia que criamos, o resultado foi surpreendente. Como Julia falou, deu espaço para descoberta de novas possibilidades e potenciais que eu mesmo desconhecia. Depois criei e passei uma técnica de relaxamento e aquecimento facial para dar a cara o estado quase neutro para daí nascer o carão. Claro que tudo com a leveza e humor necessário, fomos aos poucos adquirindo um resultado positivo, tanto que no dia seguinte fizemos um ensaio fotográfico para além do registro, pudermos ter material de estudo para esse trabalho que nos abriu muitos caminhos para a surpresa.

Penso que nas atividades como a faxina damo-nos um momento intenso de reflexão e de desprendimento, nesse processo temos contato com abjetos esquecidos há muito tempo como: um aparelho portátil de tocar cd (bem antigo e sem uso), muitos documentos inválidos, panfletos e cartazes de espetáculos fora de cena, canetas que não funcionam mais, fita cassete, CDs com documentos importantes, coisas que precisava encontrar e claro muitas que precisava jogar no lixo. Se desfazer de coisas velhas é sempre um prazer pra mim, tenho nesse processo a sensação de deixar aberto espaço coisas novas. Isso nos deixa livre para ter novos apegos, novos lixos, tira as teias de aranha às vezes me deixa triste, pois sei que destruo um lar, ou a possibilidade de alimentar aquele ser vivo (a aranha), tão frágil, tão habilidosa, tão imperceptível e as vezes insignificante. Ou não!!! (como diria Joubert, parafraseando Caetano)

A faxina nos faz ver coisas que não vemos normalmente, ver o micro, o que ta do lado, morando conosco e não percebemos, sugiro a todos uma faxina, na casa e na vida, também eu proponho que desligarem seus despertadores e durmam sem pressa de acordar. O carão agradece.

Bom domingo e feliz aniversário para nossa orientadora Julia Barsdley,muito calor pra você!!!
Segunda semana com Julia. Ela nos deu espaço para desenvolvermos nossos projetos pessoais, divididos em grupos pudemos ter um espaço adequado para amadurecer nossas idéias e propor exercícios aos colaboradores para que nossos projetos pudessem dar outros passos. Foi muito rico, fiquei no grupo com Juliana, Cleide e Daniele, propus que todos criassem uma biografia que misturasse realidade e ficção para que a partir dessa biografia pudéssemos elaborar um carão para aquele personagem que é um misto de verdade e invenção. No passo seguinte tivemos um momento para exercitar e criar o carão ideal para os personagens da biografia que criamos, o resultado foi surpreendente. Como Julia falou, deu espaço para descoberta de novas possibilidades e potenciais que eu mesmo desconhecia. Depois criei e passei uma técnica de relaxamento e aquecimento facial para dar a cara o estado quase neutro para daí nascer o carão. Claro que tudo com a leveza e humor necessário, fomos aos poucos adquirindo um resultado positivo, tanto que no dia seguinte fizemos um ensaio fotográfico para além do registro, pudermos ter material de estudo para esse trabalho que nos abriu muitos caminhos para a surpresa.
Penso que nas atividades como a faxina damo-nos um momento intenso de reflexão e de desprendimento, nesse processo temos contato com abjetos esquecidos há muito tempo como: um aparelho portátil de tocar cd (bem antigo e sem uso), muitos documentos inválidos, panfletos e cartazes de espetáculos fora de cena, canetas que não funcionam mais, fita cassete, CDs com documentos importantes, coisas que precisava encontrar e claro muitas que precisava jogar no lixo. Se desfazer de coisas velhas é sempre um prazer pra mim, tenho nesse processo a sensação de deixar aberto espaço coisas novas. Isso nos deixa livre para ter novos apegos, novos lixos, tira as teias de aranha às vezes me deixa triste, pois sei que destruo um lar, ou a possibilidade de alimentar aquele ser vivo (a aranha), tão frágil, tão habilidosa, tão imperceptível e as vezes insignificante. Ou não!!! (como diria Joubert, parafraseando Caetano)
A faxina nos faz ver coisas que não vemos normalmente, ver o micro, o que ta do lado, morando conosco e não percebemos, sugiro a todos uma faxina, na casa e na vida, também eu proponho que desligarem seus despertadores e durmam sem pressa de acordar. O carão agradece.
Bom domingo e feliz aniversário para nossa orientadora Julia Barsdley,muito calor pra você!!!
domingo, 11 de julho de 2010
OFICINA DE TEATRO COM FRANKLIN PIRES COMAÇA SEGUNDA E VAI ATÉ SEXTA FEIRA, 16H.

Franklin Pires realiza essa semana na Organização Ponto de Equilíbrio uma oficina de Teatro para pessoas que queiram desenvolver um trabalho de corpo, voz, improviso e jogos teatrais que ajudam na concentração e orientação espacial, isso não significa dizer que a oficina seja voltadad para profissionais, pois ela será aberta ou publico que queira conhecer mais seu corpo e despertar para as descobertas de seus potenciais artísticos por meio de exercícios e técnicas que Franklin vem acumulando ao longo de sua formação que começou a mais de treze anos com oficina de teatro com Arimatan Martins. Depois fez temporada de capacitação no Rio de Janeiro onde pode ter contato com grandes nomes do Teatro como Ernesto Piculo onde pode participar da criação e apresentação de um musical, depois dessa experiência ao retornar pra Teresina começa a produzir suas peças e conquistar seu espaço de forma criativa original e com muito humor, política e criatividade. Em parceria com Bid Lima vem escrevendo uma belissima história de competência artística e independência produtiva. O certo é que aqui começamos uma bela parceria com esse grande profissional do Piauí.

Atualmente ele é diretor, ator e produtor da Cia de Teatro da Tribo que já existe há dez anos e é responsável por muito movimento nas artes cênicas local, tem se especializado nos últimos anos na produção de musicais de sucesso em Teresina como: Franklinstein Jr. e Coração Saltimbanco, que tem patrocínio da Petrobras, através do prêmio Myrian Muniz, e ainda da Funarte, Governo do Estado do Piauí, através do Sistema de Incentivo Estadual à Cultura – SIEC. Também é ele o responsável há cinco anos pelo espetáculo Paixão de Cristo de Bom Jesus que acontece no salão da serra naquela cidade, onde ele também desenvolver um importante projeto social em parceria com Associação de Filhos e Amigos de Bom Jesus, levando para crianças e adolescentes a possibilidade de conhecer e estudar teatro.

Iniciamos com essa oficina um trabalho que tem como objetivo dar espaço para que os profissionais de todas as áreas se encontrem e troquem informações por meio de oficinas, palestras, mostra de processos e tudo que possa dar visibilidade a nossa arte.
Franklin Pires seja bem vindo a ORGANIZAÇÃO PONTO DE EQUILÍBRIO.

Franklin Pires realiza essa semana na Organização Ponto de Equilíbrio uma oficina de Teatro para pessoas que queiram desenvolver um trabalho de corpo, voz, improviso e jogos teatrais que ajudam na concentração e orientação espacial, isso não significa dizer que a oficina seja voltadad para profissionais, pois ela será aberta ou publico que queira conhecer mais seu corpo e despertar para as descobertas de seus potenciais artísticos por meio de exercícios e técnicas que Franklin vem acumulando ao longo de sua formação que começou a mais de treze anos com oficina de teatro com Arimatan Martins. Depois fez temporada de capacitação no Rio de Janeiro onde pode ter contato com grandes nomes do Teatro como Ernesto Piculo onde pode participar da criação e apresentação de um musical, depois dessa experiência ao retornar pra Teresina começa a produzir suas peças e conquistar seu espaço de forma criativa original e com muito humor, política e criatividade. Em parceria com Bid Lima vem escrevendo uma belissima história de competência artística e independência produtiva. O certo é que aqui começamos uma bela parceria com esse grande profissional do Piauí.

Atualmente ele é diretor, ator e produtor da Cia de Teatro da Tribo que já existe há dez anos e é responsável por muito movimento nas artes cênicas local, tem se especializado nos últimos anos na produção de musicais de sucesso em Teresina como: Franklinstein Jr. e Coração Saltimbanco, que tem patrocínio da Petrobras, através do prêmio Myrian Muniz, e ainda da Funarte, Governo do Estado do Piauí, através do Sistema de Incentivo Estadual à Cultura – SIEC. Também é ele o responsável há cinco anos pelo espetáculo Paixão de Cristo de Bom Jesus que acontece no salão da serra naquela cidade, onde ele também desenvolver um importante projeto social em parceria com Associação de Filhos e Amigos de Bom Jesus, levando para crianças e adolescentes a possibilidade de conhecer e estudar teatro.

Iniciamos com essa oficina um trabalho que tem como objetivo dar espaço para que os profissionais de todas as áreas se encontrem e troquem informações por meio de oficinas, palestras, mostra de processos e tudo que possa dar visibilidade a nossa arte.
Franklin Pires seja bem vindo a ORGANIZAÇÃO PONTO DE EQUILÍBRIO.
terça-feira, 6 de julho de 2010
5ª Residência do Colaboratório 2010
Embora oficialmente agora seja a terceira residência, na minha contagem é a quinta. Contem comigo: primeira Crhistine Greiner, segunda Jorge Alencar, terceira Marcelo Evelin, quarta Ricky Seabra e quinta Julia Barsdley. É certo que vendo por outro lado pode ser a segunda depois da imersão ou mesmo a primeira com uma pessoa de língua “incompatível” o fato de Julia só falar inglês é uma particularidade dessa residência que agora precisa de um interprete para que a comunicação aconteça. Por meio do interprete soube que Julia pretende abrir espaço para colaborar trabalhando e da melhor maneira buscar o que pode ser mais produtivo para os colaboradores/criadores, ela faz questão de nos conhecer antes do trabalho, se preocupa com a estrutura da apresentação/ação. Julia gosta de estar de fora, ajudando como olhar externo, vem questionar e sugerir a relação com espaço e estabelecendo regras, atenta a relacionamento com espectador. Sobre o que somos em relação aos nossos projetos e como nos achamos dentro deles ou se só fazemos parte do todo. Ela sugeriu uma reflexão sobre nossos projetos e interesses pessoais.

Primeiro Julia se apresentou contando que teve inicio no teatro, sempre buscou fazer teatro da sua forma, apostando nas infinitas possibilidades de construir e apresentar uma cena. Depois mostrou em vídeo seus trabalhos. Primeiro assistimos em preto e branco pois ninguém conseguia configurar o colorido da TV, isso deu um toque nostálgico nas cenas, Julia tentava explicar a luz e as cores das imagem, mais logo Jacob e Bebel buscam seu aparelho e então podemos ver as cores e a maravilhosa luz no trabalho dela, um apanhando geral de seus últimos projetos.

Tem sido surpreendente o contato com os profissionais do colaboratório, os “bolsistas” são cada um mais interessante que o outros e os colaboradores surpreendem a cada residência, o encanto intelecto de Crhistine, o humor mais que inteligente de Jorge, a precisão do discurso de Marcelo, a competência e solidez do Ricky e a genialidade, crueldade e elegância de Julia.

Nessa residência atual com a presença do interprete fiquei pensando como é de fundamental importância a função do interprete que traduz o discurso buscando a emoção ideal, o tom a sutileza do falante, é sem dúvida essencial para que o entendimento e a comunicação aconteçam. Depois mais tarde fui relacionar essa figura para a cena, para arte como um todo. Seria então viável em alguns espetáculos a presença do interprete? A pessoa que traduz e que ajude na comunicação com o entendimento da questão, situação ou idéia proposta. Fiquei viajando em trabalhar com um interprete num projeto, alguém que faça uma tradução literal das cenas que ajude não só no entendimento da cena mais que assim como na língua dê mais clareza no entendimento do receptor. Tendo assim a garantia de que sua idéia foi passada e entendida como você quer que seja.

Marcou-me nas falas da Julia os três elementos do artista: O BURRO, O BOBO, E O DIABO. Curioso não? Parece novo inicio no colaboratório 2010 é como se a cada nova residência, desse inicio a outro processo sem perder a ligação com o todo. Já adquiri uma facilidade de me reconectar
Primeiro Julia se apresentou contando que teve inicio no teatro, sempre buscou fazer teatro da sua forma, apostando nas infinitas possibilidades de construir e apresentar uma cena. Depois mostrou em vídeo seus trabalhos. Primeiro assistimos em preto e branco pois ninguém conseguia configurar o colorido da TV, isso deu um toque nostálgico nas cenas, Julia tentava explicar a luz e as cores das imagem, mais logo Jacob e Bebel buscam seu aparelho e então podemos ver as cores e a maravilhosa luz no trabalho dela, um apanhando geral de seus últimos projetos.
Tem sido surpreendente o contato com os profissionais do colaboratório, os “bolsistas” são cada um mais interessante que o outros e os colaboradores surpreendem a cada residência, o encanto intelecto de Crhistine, o humor mais que inteligente de Jorge, a precisão do discurso de Marcelo, a competência e solidez do Ricky e a genialidade, crueldade e elegância de Julia.
Nessa residência atual com a presença do interprete fiquei pensando como é de fundamental importância a função do interprete que traduz o discurso buscando a emoção ideal, o tom a sutileza do falante, é sem dúvida essencial para que o entendimento e a comunicação aconteçam. Depois mais tarde fui relacionar essa figura para a cena, para arte como um todo. Seria então viável em alguns espetáculos a presença do interprete? A pessoa que traduz e que ajude na comunicação com o entendimento da questão, situação ou idéia proposta. Fiquei viajando em trabalhar com um interprete num projeto, alguém que faça uma tradução literal das cenas que ajude não só no entendimento da cena mais que assim como na língua dê mais clareza no entendimento do receptor. Tendo assim a garantia de que sua idéia foi passada e entendida como você quer que seja.
Marcou-me nas falas da Julia os três elementos do artista: O BURRO, O BOBO, E O DIABO. Curioso não? Parece novo inicio no colaboratório 2010 é como se a cada nova residência, desse inicio a outro processo sem perder a ligação com o todo. Já adquiri uma facilidade de me reconectar
quarta-feira, 30 de junho de 2010

De 05 a 09 de julho ás 9 horas, acontece a oficina de dança contemporânea com o coreógrafo Lívio Lima, ele é nascido em Teresina (PI), onde iniciou seus estudos de Dança em 1989 na Escola de Dança do Piauí. Mudou-se para São Paulo em 1990, onde freqüentou cursos com profissionais renomados como: Marcos Verzani, Beatriz Cardoso, Ricardo Ordonez, Toni Abott, Luiz Fernon, Ricardo Sheier, Marisa Balarini, Sonia Motta, Liliane Benevento, Ismael Guizer, Ioko Okada, Marika Gidali e Décio Otero.

Com a coreografia “Mira-me”, de Lívio Lima, o grupo de dança contemporânea do Programa Passo Certo da Klabin conquistou a fase final da Mostra Paranaense de Dança. A seletiva, promovida pelo Teatro Guaíra de Curitiba, foi realizada em Ponta Grossa, entre os dias 25 e 27 de junho.
“Com apenas dois anos de existência, o Programa Passo Certo, voltado aos filhos de colaboradores da Klabin, se consolida como iniciativa instrumental do desenvolvimento da cultura e educação. Através da dança temos contato com as diversas expressões da arte, como a música, interpretação, figurinos e cenários, elementos importantes para desenvolvimento da percepção, da reflexão e do senso crítico necessários ao processo criativo do ser humano.”, afirma Maria de Lourdes, gerente de Suporte e Serviços, que também participou da Mostra.
A banca avaliadora foi composta por profissionais integrantes da Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra (ABABTG) e a próxima etapa acontecerá em Curitiba, em setembro.
PERFIL PROFISSIONAL (LÍVIO LIMA, TERESINA-SÃO PAULO):
Montagem do Balé “Quebra Nozes”, com a Cia. de Dança Cisne Negro / SP, sob a direção artística de Hulda Bittencourt e Andrey Gouldeilin. Com o Cisne Negro participou também de Maracatu do Chico Rei (coreografia de Mário Nascimento).
Integrante da Cia. de Dança Contemporânea e Neo-Clássica Quartier Latin (Santo André / SP), sob a direção de Marisa Ballarini. Já no segundo semestre, passa a integrar o elenco do musical infantil “A dama e o vagabundo”, com a Cia. de Teatro Escala, com direção de José Roberto Caprarole e Paulo Perez.
Ballet Stagium onde interpretou a obra “Tangamente” de Décio Otero.
Balé da Cidade de Teresina “E por nós o silêncio” de Sid Ribeiro (diretor e coreógrafo), participando também do Passo de Arte, Festival de Dança em Santos / SP, conquistando o segundo lugar.
Cia. de Dança Ballet Stagium / SP. Durante o período em que esteve na Cia. atuou como bailarino e cenotécnico (auxiliando nas montagens de cenário e luz).
Convidado pelo Instituto de Arte Coreográfica de Santo André / SP, sob a direção e coreografia de Nilson Soares (Alemanha) atua como bailarino solista, onde é convidado para participar de um espetáculo na Escola de Dança Ismael Guiser e Ioko Okada.
Desenvolveu sob a coordenação de Mara Martins (FUNDEF) a coreografia “Sonhe com os anjos” e também “Nos destinos” de Leonora Lobo.
Participa do Movimento Amorial com a Cia. Ballet Ataguim dedicado a Ariano Suassuna dirigido por Marika Gidali, com apresentações por todo o Brasil.
Cia. de Dança de Diadema atuou como bailarino criador na obra “Catinha um sonho e ruas...”
Teatro Itália de Dança. Em seguida, através das Indústrias de Papel e Celulose Klabin, recebe o convite para desenvolver um projeto de Dança, Passo Certo, para filhas de colaboradores, trabalhando coreografias e músicas modernas e contemporâneas, onde mais do que nunca consegue consolidar na prática a dedicação, satisfação, dança, arte e amor.
UFAAA!!!! QUANTA COISA!
INICIAMOS COM ESSA OFICINA UMA GRANDE PARCERIA COM O PROFISSIONAL LÍVIO LIMA.
O OBJETIVO DA ORGANIZAÇÃO PONTO DE EQUILÍBRIO E DESENVOLVER UM TRABALHO QUE POSSIBILITE AOS ARTISTAS, SUPORTE PARA CONSTRUIR E MOSTRAR SEUS TRABALHOS. O LÍVIO TEM SE COLOCADO DISPONÍVEL A CONTRIBUIR SEMPRE COM A DANÇA DO PIAUÍ POR TANTO É NOSSO GRANDE PARCEIRO.
SEJA BEM VINDO AMIGO, A ONG PONTO DE EQUILÍBRIO LHE ESPERA DE BRAÇOS ABERTOS.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Agende-se, "Dançando cresço e apareço"
Segue agenda da Escola de Dança Nação Tremembé, nos meses de junho, julho e agosto
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JUNHO:
Dia 25 (sexta) as 18h. Arraiá da Fundação Pass Classice, coreografias: teresinança e roda de são gonçalo. Responsáveis: Valdemar Santos
Dia 27 (domingo) as 16h. Arraiá do Grupo Carvalho, coreografias: coco e caretas (3º ano manhã). Responsável: Cynthia Layana e Valdemar Santos.
JULHO:
Dia 04 (domingo) as 9h. Encontro dos Rios, coreografias: ciganas, baião sapateado e reis magos. Responsáveis: Kiara Lima.
Dia 11 (domingo) as 9h. Encontro dos Rios, coreografias: teresinança, roda de são gonçalo. Responsáveis: Valdemar Santos.
Dia 18 (domingo) as 9h. Encontro dos Rios, coreografias: pisa na fulô, cavalo piancó, floristas, Responsáveis: Rejane Rios, Maurea Oliveira e Juliana Marcia.
Dia 25 (domingo) as 9h. Encontro dos Rios, coreografias: coco, caretas e pastorinhas. Responsáveis: Cynthia Layana e Clea Raquel.

Agosto (Mês do Folclore)
Dia 15 (domingo) 9h. 1º Festival de Flores, coreografias: caretas, coco e cavalo piancó. Responsáveis: Cynthia Layana e Maurea Oliveira.
Dia 16 (segunda) 19h. 1º Festival de Flores, coreografias: teresinança e roda de são gonçalo. Responsável: Luis Carlos Vale.
Dia 18 (quarta) 19h. 1º Festival de Flores, teresinança, floristas, pisa na fulô. Responsáveis Juliana Marcia e Rejane Rios.
Dia 23 (segunda) 19h. Festival de Flores, coreografias: Teresinança, pastorinhas, baião sapateado. Responsáveis: Clea Raquel, Kiara Lima e Valdemar santos.
Dia 25 (quarta) 19h. Festival de Flores, coreografias: coco, caretas e cavalo piancó. Responsáveis: Maurea Oliveira e Cynthia Layana.

qualquer mudança na programação vou informando aqui.
JUNHO:
Dia 25 (sexta) as 18h. Arraiá da Fundação Pass Classice, coreografias: teresinança e roda de são gonçalo. Responsáveis: Valdemar Santos
Dia 27 (domingo) as 16h. Arraiá do Grupo Carvalho, coreografias: coco e caretas (3º ano manhã). Responsável: Cynthia Layana e Valdemar Santos.
JULHO:
Dia 04 (domingo) as 9h. Encontro dos Rios, coreografias: ciganas, baião sapateado e reis magos. Responsáveis: Kiara Lima.
Dia 11 (domingo) as 9h. Encontro dos Rios, coreografias: teresinança, roda de são gonçalo. Responsáveis: Valdemar Santos.
Dia 18 (domingo) as 9h. Encontro dos Rios, coreografias: pisa na fulô, cavalo piancó, floristas, Responsáveis: Rejane Rios, Maurea Oliveira e Juliana Marcia.
Dia 25 (domingo) as 9h. Encontro dos Rios, coreografias: coco, caretas e pastorinhas. Responsáveis: Cynthia Layana e Clea Raquel.

Agosto (Mês do Folclore)
Dia 15 (domingo) 9h. 1º Festival de Flores, coreografias: caretas, coco e cavalo piancó. Responsáveis: Cynthia Layana e Maurea Oliveira.
Dia 16 (segunda) 19h. 1º Festival de Flores, coreografias: teresinança e roda de são gonçalo. Responsável: Luis Carlos Vale.
Dia 18 (quarta) 19h. 1º Festival de Flores, teresinança, floristas, pisa na fulô. Responsáveis Juliana Marcia e Rejane Rios.
Dia 23 (segunda) 19h. Festival de Flores, coreografias: Teresinança, pastorinhas, baião sapateado. Responsáveis: Clea Raquel, Kiara Lima e Valdemar santos.
Dia 25 (quarta) 19h. Festival de Flores, coreografias: coco, caretas e cavalo piancó. Responsáveis: Maurea Oliveira e Cynthia Layana.
qualquer mudança na programação vou informando aqui.
terça-feira, 15 de junho de 2010
1ª PROGRAMAÇÃO PONTO DE EQUILÍBRIO
A ORGANIZAÇÃO PONTO DE EQUILIBRIO TAMBÉM DESIGNADO PELA SIGLA, OPEQ, CONSTITUÍDO EM JANEIRO DE 2010, É UMA PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PRIVADO, SEM FINS LUCRATIVOS, E DURAÇÃO POR TEMPO INDETERMINADO, COM SEDE NO MUNICÍPIO DE TERESINA, PIAUÍ. TEM POR FINALIDADE O DESENVOLVIMENTO ARTÍSTICO, SOCIAL, CULTURAL, EDUCACIONAL E ECONÔMICO DO PIAUÍ E DO BRASIL, IMPLEMENTANDO PROGRAMAS, PROJETOS E ATIVIDADES QUE CONTRIBUA NA FORMAÇÃO E FOMENTO DA NOSSA ARTE.

Junho
Dias, 21, 22, 24, 28, 29 de junho e 1º de julho as 18h. Oficina de Dança comtemporânea com Ana Cecilia (Coreógrafa Boliviana).
Julho:
Dia 03 de julho, Inauguração do Espaço Ponto de Equilíbrio, 19h, apresentações artísticas.
De 05 a 09 de julho, turma manhã as 9h e turma tarde 15h, Oficina de Dança com Livio Lima (coreógrafo Piauí-São Paulo).
De 12 a 16 de julho, 16h, Oficina de Teatro com Franklin Pires (diretor e professor de teatro- Piauí).
Dias 19, 21, 23, 26, 28 e 30 de julho, 10h, Oficina de Contato Improvisação com Michele Tajra (coreógrafa, Fortaleza-São Paulo-França)

Agosto:
Projeto P.F. de Arte, sessões 12h e 13h.
dia 06, espetáculo "Meninas vestidos e segredos" (só homens cia. de dança),
dia 13, espetáculo "Quatro" (cia. equilíbrio de dança),
dia 20, espetáculo (dança eficiente)
dia 27, espetáculo "Sinos" (cia de teatro)
Dia 07, Festa mensal Ponto de Equilíbrio, 20h. DJ e apresentações artísticas.
Dias 02, 04, 09, 11, 16, 18, 23, 25 e 30 de agosto, 15h, Oficina de Pintura Artistica em camisas, com Avelar Amorim (artista plástico Teresina)
Mostra de processos Todas as quartas do mês de agosto, sempre as 19h.
dia 04 (meu corpo não é mudo, dança eficiente) ,
dia 11 (duo em tripé, dança eficiente),
dia 18 (horas, cia. equilíbrio de dança)
dia 25 ( a definir)

Junho
Dias, 21, 22, 24, 28, 29 de junho e 1º de julho as 18h. Oficina de Dança comtemporânea com Ana Cecilia (Coreógrafa Boliviana).
Julho:
Dia 03 de julho, Inauguração do Espaço Ponto de Equilíbrio, 19h, apresentações artísticas.
De 05 a 09 de julho, turma manhã as 9h e turma tarde 15h, Oficina de Dança com Livio Lima (coreógrafo Piauí-São Paulo).
De 12 a 16 de julho, 16h, Oficina de Teatro com Franklin Pires (diretor e professor de teatro- Piauí).
Dias 19, 21, 23, 26, 28 e 30 de julho, 10h, Oficina de Contato Improvisação com Michele Tajra (coreógrafa, Fortaleza-São Paulo-França)

Agosto:
Projeto P.F. de Arte, sessões 12h e 13h.
dia 06, espetáculo "Meninas vestidos e segredos" (só homens cia. de dança),
dia 13, espetáculo "Quatro" (cia. equilíbrio de dança),
dia 20, espetáculo (dança eficiente)
dia 27, espetáculo "Sinos" (cia de teatro)
Dia 07, Festa mensal Ponto de Equilíbrio, 20h. DJ e apresentações artísticas.
Dias 02, 04, 09, 11, 16, 18, 23, 25 e 30 de agosto, 15h, Oficina de Pintura Artistica em camisas, com Avelar Amorim (artista plástico Teresina)
Mostra de processos Todas as quartas do mês de agosto, sempre as 19h.
dia 04 (meu corpo não é mudo, dança eficiente) ,
dia 11 (duo em tripé, dança eficiente),
dia 18 (horas, cia. equilíbrio de dança)
dia 25 ( a definir)
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Circulação Dançando cresço e apareço "Nação Tremembé" prêmio Klauss Vianna
O projeto "Dançando cresço e apareço" recebeu o prêmio Klauss Vianna 2009 da FUNARTE Fundação Nacional de Artes, o prêmio valoriza inciativas como a realizada pela Escola de Dança Nação Tremembé, que fica localizada no Teatro do Boi e é mantida pela prefeitura de Teresina através da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves atende cerca de 300 crianças, adolescentes e adultos com aulas de Dança e Cultura Popular. O projeto encontra-se agora em fase de circulação e apresenta em dez escolas da rede municipal de ensino um aulas-espetáculo sobre a cultura piauiense, é um apanhado de coreografias que vem sendo pesquisadas e desenvolvidas ao longo de cinco anos de trabalho. A equipe de trabalho tem a frente o coreógrafo Valdemar Santos em parceria com a equipe de professores: Luis Carlos Vale, Rejane Rios, Clea Raquel, Kiara Lima, Máurea Oliveira, Juliana Marcia e Cyntia Laiana e produção executiva de Mariselha Resplandes, tendo todo suporte técnico a cargo da Coordenação Municipal de Dança que tem frente o coreógrafo Sidh Ribeiro.
A baixo segue quadro de apresentações.

PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA – PMT
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA - SEMEC
Escola Municipal Prof. José Gomes Campos
Rua Chico Conrado S/N – Parque Wall Ferraz – CEP 64.009-910
Fone: 215 – 7988/ 226 – 6912 - Teresina - PI
CARTA DE AGRADECIMENTO
Teresina (PI), 1 de junho de 2010
Nós que fazemos a Escola Municipal Prof.º José Gomes Campos (Direção, professores, alunos, administração e comunidade) vimos por meio desta carta, externar os nossos sinceros agradecimentos pela belíssima apresentação de suas dançarinas nesta Escola, dia 31/05/10, pelo projeto “DANÇANDO CREÇO E APAREÇO”.
Esta Escola está de portas abertas para recebê-los em qualquer apresentação.
Muito Obrigado.

A Escola Municipal Simões Filho, agradece com alegria a rica apresentação do projeto "Dançando Cresço e Apareço" da Escola de Dança Nação Tremembé, Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves. Parabenizamos pela iniciativa
de, por meio da dança e da música, conservar e divulgar tradições populares. (Maria de Lourdes Dias-Diretora da Escola)

Projeto Dançando Cresço e Apareço
Prêmio FUNART de Dança Klauss Vianna
Circuito de Apresentações nas Escolas Públicas Municipais
A baixo segue quadro de apresentações.
PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA – PMT
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA - SEMEC
Escola Municipal Prof. José Gomes Campos
Rua Chico Conrado S/N – Parque Wall Ferraz – CEP 64.009-910
Fone: 215 – 7988/ 226 – 6912 - Teresina - PI
CARTA DE AGRADECIMENTO
Teresina (PI), 1 de junho de 2010
Nós que fazemos a Escola Municipal Prof.º José Gomes Campos (Direção, professores, alunos, administração e comunidade) vimos por meio desta carta, externar os nossos sinceros agradecimentos pela belíssima apresentação de suas dançarinas nesta Escola, dia 31/05/10, pelo projeto “DANÇANDO CREÇO E APAREÇO”.
Esta Escola está de portas abertas para recebê-los em qualquer apresentação.
Muito Obrigado.
A Escola Municipal Simões Filho, agradece com alegria a rica apresentação do projeto "Dançando Cresço e Apareço" da Escola de Dança Nação Tremembé, Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves. Parabenizamos pela iniciativa
de, por meio da dança e da música, conservar e divulgar tradições populares. (Maria de Lourdes Dias-Diretora da Escola)
Projeto Dançando Cresço e Apareço
Prêmio FUNART de Dança Klauss Vianna
Circuito de Apresentações nas Escolas Públicas Municipais
Foi necessário “Ricky Seabra” vir a Teresina dizer que precisava me libertar!!!
Foi necessário “Ricky Seabra” vir a Teresina dizer que precisava me libertar!!!
Foi mais ou menos assim que me sentir depois de mostrar um exercício pros colaboradores no ultimo sábado. Isso teve inicio no dia anterior, depois de uma breve “DR” entre os colaboradores onde coloquei da necessidade que tenho de me mover e de fazer algo mais corporal. Durante dois anos venho de molho com relação a essa vontade de dançar e também a forma como a dança contemporânea vem lutando contra o movimento estruturado, pesquisado e ensaiado. Essa discussão ocorreu no começo de mais um dia de trabalho e deu uma discussão boa. Eu propus que tivéssemos uma pratica corporal diária como forma de concentrar as mentes e conectarmos para o trabalho. Alguns achavam desnecessários essa prática e que essa necessidade poderia ser suprida em outros momentos mais isolados e não àquelas horas dedicadas ao colaboratório.
O certo é que isso me levou mais tarde a uma nova conversa com Ricky, falei pra ele que sentia muita vontade de dança e que aqui vinha me sentindo sufocado pela “não dança”, que é uma tendência da atualidade, a dança que não é exatamente dança, ou que não pode ser elaborada de forma sistemática. Venho ha muito tempo sentido uma tendência muito grande nacionalmente, pois venho participando de muitos festivais pelo Brasil e vejo que tem sido padrão, trabalhos cada vez mais padronizados, isso me deixa muito intrigado e quero correr contra isso, preciso nadar contra corrente. Ouvi dele com um leve sorriso: Dance! Mova-se! Quem sabe vc não seja a pessoa que dança? Isso me soou tão bem, foram as palavras que precisava para libertação. Desde o começo do Colaboratório 2010 vinha sem me achar definitivamente em nenhuma das propostas, não conseguia me enquadrar muito bem nos “grupos”, até me identifiquei um pouco com grupo do “Discurso” (Junior, Gimena, Darwin e Jasmim) mais ainda faltava algo. O certo é que só agora pude realmente me tocar pra questão da dança na minha vida, do meu relacionamento com a dança, dos movimentos primários instalados no meu corpo. Ricky também me disse pra falar de nós, que tinha curiosidade de conhecer nossa história com a dança, interessa muito a ele nosso indivíduo, nossa origem. Mostrei então no sábado um apanhado da minha história com a dança que começou em Amarante minha terra natal que fica a 164km de Teresina onde morei até 19 anos.
Na infância tive a influencia da Xuxa, pois como minha mãe trabalhava pela manhã eu ficava sozinho e fui praticamente educado por ela. A dança do “passarinho quer dançar” foi o primeiro contato com algo estruturado eu tinha seis anos e me apresentei na festa das mães, nesse processo descobri o fascínio pelo figurino e o prazer de está em cena, alguns anos depois veio a lambada, dançava com as amigas da rua que morava, depois tive a influencia das danças populares como Cavalo Piancó e Danças Portuguesas que eu danço desde os 13 anos de idade. Na adolescência as minhas influencias foram os vídeos clipes de Madonna e Michael Jackson ou qualquer outro que dançasse. No Brasil amava e copiava Daniela Mercury e sempre quis ser uma “paquita” eu era tão impressionado com a Xuxa que certa vez sonhei com ela pousando sua nave no telhado da minha casa... Na época tinha uma vizinha que adorava botar a radiola para tocar e me chamava para dançar, eu me jogava e fazia um show que todos admiravam, era ai também que fazíamos muitas criações, ouvíamos de tudo, de Kaoma a Madonna, passando por Beto Barbosa, Daniela Mercury e RPM, foi realmente um período de fatura criativa, podia ter ali um espaço adequado para realizar minha dança. Na época minha cidade tinha forte atividade cultural, semana de cultura, aula de teatro, dança e musica, me lembro de na época fazer praticamente tudo que a cidade oferecia. Foi com as quadrilhas juninas que pude começar a viajar e ampliar meus horizontes, era certo já nessa época com dezesseis ou dezessete anos a certeza de querer me dedicar à dança como profissão.
Com minha mudança pra Teresina, com dezenove anos, tive a primeira aula de balé, dança folclórica. Comecei a freqüentar as boates, a noite da capital. As primeiras aulas de dança com grandes nomes da dança piauiense com Frank Lauro, Sidh ribeiro, Luzia Amélia, as dificuldade da época, dançar em qualquer lugar, de chão sujo ou espaço insuficiente, a rotina de companhias como Balé Folclórico de Teresina me saciava toda aquela energia de dança eu tinha uma ânsia de correr atrás do tempo “perdido” foi nessa época também que comecei a desenvolver mais meu lado criador, quando junto com o Balé Folclórico de Teresina montamos a coreografia “A dança do calango” que representa pra mim o primeiro contato com a dança contemporânea, uma dança que questionava e que dava espaço para criação dos interpretes, foi muito importante ter participado desse processo, lá fiquei por cinco anos sendo que no ano de dois mil, crie junto com os amigos Luis Carlos Vale e Elizabeth Battali a Cia. Equilíbrio de Dança.
Essa residência com Ricky tem sido muito importante, pois tem nos dado oportunidade de reconhecer nossas motivações primeiras e também nos feito valorizar nossas formações mais espontâneas e menos acadêmicas, é incrível como muitas vezes sufocamos nossas raízes e deixamos de lado o que temos de mais originais e autênticos. Somos seres únicos e estamos sempre buscando ser padrão, estamos sempre atrás do que está em alta e valorizando o que nos é externo, precisamos muitas vezes apenas nos voltar pra dentro e encontrar ali muita coisa inovadora, muitos impulsos primários que só precisam de uma oportunidade para se manifestar. Agora com essa questão posta à mesa começamos então a esboçar um trabalho muito rico, cheio de descobertas e liberdades, foi realmente um estalo criativo que vem aos poucos se expondo e mostrando um caminho fértil para todos colaboradores.
Valdemar Santos, Teresina 02 de junho de 2010.
Foi mais ou menos assim que me sentir depois de mostrar um exercício pros colaboradores no ultimo sábado. Isso teve inicio no dia anterior, depois de uma breve “DR” entre os colaboradores onde coloquei da necessidade que tenho de me mover e de fazer algo mais corporal. Durante dois anos venho de molho com relação a essa vontade de dançar e também a forma como a dança contemporânea vem lutando contra o movimento estruturado, pesquisado e ensaiado. Essa discussão ocorreu no começo de mais um dia de trabalho e deu uma discussão boa. Eu propus que tivéssemos uma pratica corporal diária como forma de concentrar as mentes e conectarmos para o trabalho. Alguns achavam desnecessários essa prática e que essa necessidade poderia ser suprida em outros momentos mais isolados e não àquelas horas dedicadas ao colaboratório.
O certo é que isso me levou mais tarde a uma nova conversa com Ricky, falei pra ele que sentia muita vontade de dança e que aqui vinha me sentindo sufocado pela “não dança”, que é uma tendência da atualidade, a dança que não é exatamente dança, ou que não pode ser elaborada de forma sistemática. Venho ha muito tempo sentido uma tendência muito grande nacionalmente, pois venho participando de muitos festivais pelo Brasil e vejo que tem sido padrão, trabalhos cada vez mais padronizados, isso me deixa muito intrigado e quero correr contra isso, preciso nadar contra corrente. Ouvi dele com um leve sorriso: Dance! Mova-se! Quem sabe vc não seja a pessoa que dança? Isso me soou tão bem, foram as palavras que precisava para libertação. Desde o começo do Colaboratório 2010 vinha sem me achar definitivamente em nenhuma das propostas, não conseguia me enquadrar muito bem nos “grupos”, até me identifiquei um pouco com grupo do “Discurso” (Junior, Gimena, Darwin e Jasmim) mais ainda faltava algo. O certo é que só agora pude realmente me tocar pra questão da dança na minha vida, do meu relacionamento com a dança, dos movimentos primários instalados no meu corpo. Ricky também me disse pra falar de nós, que tinha curiosidade de conhecer nossa história com a dança, interessa muito a ele nosso indivíduo, nossa origem. Mostrei então no sábado um apanhado da minha história com a dança que começou em Amarante minha terra natal que fica a 164km de Teresina onde morei até 19 anos.
Na infância tive a influencia da Xuxa, pois como minha mãe trabalhava pela manhã eu ficava sozinho e fui praticamente educado por ela. A dança do “passarinho quer dançar” foi o primeiro contato com algo estruturado eu tinha seis anos e me apresentei na festa das mães, nesse processo descobri o fascínio pelo figurino e o prazer de está em cena, alguns anos depois veio a lambada, dançava com as amigas da rua que morava, depois tive a influencia das danças populares como Cavalo Piancó e Danças Portuguesas que eu danço desde os 13 anos de idade. Na adolescência as minhas influencias foram os vídeos clipes de Madonna e Michael Jackson ou qualquer outro que dançasse. No Brasil amava e copiava Daniela Mercury e sempre quis ser uma “paquita” eu era tão impressionado com a Xuxa que certa vez sonhei com ela pousando sua nave no telhado da minha casa... Na época tinha uma vizinha que adorava botar a radiola para tocar e me chamava para dançar, eu me jogava e fazia um show que todos admiravam, era ai também que fazíamos muitas criações, ouvíamos de tudo, de Kaoma a Madonna, passando por Beto Barbosa, Daniela Mercury e RPM, foi realmente um período de fatura criativa, podia ter ali um espaço adequado para realizar minha dança. Na época minha cidade tinha forte atividade cultural, semana de cultura, aula de teatro, dança e musica, me lembro de na época fazer praticamente tudo que a cidade oferecia. Foi com as quadrilhas juninas que pude começar a viajar e ampliar meus horizontes, era certo já nessa época com dezesseis ou dezessete anos a certeza de querer me dedicar à dança como profissão.
Com minha mudança pra Teresina, com dezenove anos, tive a primeira aula de balé, dança folclórica. Comecei a freqüentar as boates, a noite da capital. As primeiras aulas de dança com grandes nomes da dança piauiense com Frank Lauro, Sidh ribeiro, Luzia Amélia, as dificuldade da época, dançar em qualquer lugar, de chão sujo ou espaço insuficiente, a rotina de companhias como Balé Folclórico de Teresina me saciava toda aquela energia de dança eu tinha uma ânsia de correr atrás do tempo “perdido” foi nessa época também que comecei a desenvolver mais meu lado criador, quando junto com o Balé Folclórico de Teresina montamos a coreografia “A dança do calango” que representa pra mim o primeiro contato com a dança contemporânea, uma dança que questionava e que dava espaço para criação dos interpretes, foi muito importante ter participado desse processo, lá fiquei por cinco anos sendo que no ano de dois mil, crie junto com os amigos Luis Carlos Vale e Elizabeth Battali a Cia. Equilíbrio de Dança.
Essa residência com Ricky tem sido muito importante, pois tem nos dado oportunidade de reconhecer nossas motivações primeiras e também nos feito valorizar nossas formações mais espontâneas e menos acadêmicas, é incrível como muitas vezes sufocamos nossas raízes e deixamos de lado o que temos de mais originais e autênticos. Somos seres únicos e estamos sempre buscando ser padrão, estamos sempre atrás do que está em alta e valorizando o que nos é externo, precisamos muitas vezes apenas nos voltar pra dentro e encontrar ali muita coisa inovadora, muitos impulsos primários que só precisam de uma oportunidade para se manifestar. Agora com essa questão posta à mesa começamos então a esboçar um trabalho muito rico, cheio de descobertas e liberdades, foi realmente um estalo criativo que vem aos poucos se expondo e mostrando um caminho fértil para todos colaboradores.
Valdemar Santos, Teresina 02 de junho de 2010.
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